Laboratório Experimental de Arte-Educação e Cultura - Faculdade de Educação - Universidade de São Paulo

Av. da Universidade, 308 - Auditório Helenir Suano - sala 130 Bloco B - Cidade Universitária - São Paulo/SP

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Núcleo: Narração de histórias e estórias

Encontros: às quintas feiras (quinzenal, início em 15 de agosto)

Horário: das 18h às 19h30

Local: sala 130 da FEUSP

Pesquisadora: Monalisa Lins 

Perfil: Narradora de histórias, fotógrafa, artista educadora e criadora do projeto Histórias em Movimento

Contato: monalisalins@hotmail.com

Facebook: Monalisa Lins

Através do contato com os contos, nos encontramos com nossa própria história de vida e todas as imagens, sentimentos e emoções que abrigamos em nosso ser. Este núcleo será conduzido pelas narrativas de vida e as estórias que cada participante partilhará, no caminho da descoberta de seu próprio repertório e a construção de seu narrador. Por quê contar histórias?  O que contar? Para quem?

Vivências em jogos, brincadeiras, práticas narrativas e expressões artísticas nos conduzem pelo caminho da tradição oral, herança ancestral e absolutamente necessária ao convívio humano em todos os tempos.

Expressar e

EXPERIMENTAR

O Lab_Arte Narração de histórias, segundo os participantes:

“O Lab_Arte de narração de histórias, para além de ter sido um momento único de experimentação e criação, foi um momento de descobrimento pessoal. Descobri que sou capaz de quebrar minhas próprias barreiras e de fato emocionar as pessoas com as histórias, bastando que eles primeiramente me emocionem e tenham significado para mim. Confesso que por ser uma menina tímida, chegava às vezes nas aulas um pouco retraída e desconfiada, mas não houve um encontro sequer do qual eu não tenha saído me sentindo muito bem, seja pelas belas histórias que sempre mexeram comigo, seja por perceber que eu conseguia participar das aulas/ atividades e crescer com elas.”

“... descobri diversos recursos e habilidades que estavam escondidinhos num cantinho empoeirado, abafado pelas atividades racionais do dia a dia. No Lab pude experimentar a sensação de acompanhar meus recursos internos emergirem e darem frutos.”

“Como seria bom se as pessoas tivessem o costume de, mesmo quando “grandes” contarem histórias umas para as outras. Essa troca é tão incrível...!”

“Sinto-me mais humano e sensível às pessoas devido às atividades propostas e acredito que cada história que foi contada ao longo do semestre hoje faz parte da minha história também, a qual jamais será a mesma após essa experiência.”

“Contar histórias não seria um fim em si mesmo? Ou, talvez, seu propósito seja apenas o de maravilhar aqueles que a ouvem. Maravilhar: a possibilidade de tocar as emoções do ser humano, fazer sua imaginação vislumbrar lugares e situações que jamais teria visto, de permitir viver o que jamais poderia ser vivido.

Como seria isso possível? Por que nem todas as estórias nos fazem sentir assim? Seria uma questão de técnica ou habilidade? Acho que não. Acredito que o essencial esteja na presença de espírito e na intenção: contar uma estória não é um ato para nós mesmos, mas para outros. Narrar é um ato de amor à humanidade, de ágape.”